img_3019De uma vez por todas e para que fique bem claro: uma Comissão de Fiscalização (CF) TEM de ser isenta e imparcial. Quem “grita por democracia”, não pode discordar.

Nem vale a pena referir o facto que nem deveria ter sido criada em primeiro lugar. O presidente demissionário da mesa deveria, isso sim, ter marcado eleições para o CFD e para a MAG em 45 dias, como mandam os estatutos.

Alguém que participa numa manifestação, contra o anterior conselho directivo, não pode ser escolhido para fazer parte de uma CF que vai decidir, quais os castigos a aplicar aos elementos desse mesmo CD.

Alguém que manifesta, através do órgão de comunicação social para o qual trabalha, a sua opinião clara de desacordo em relação aos membros do ex CD, vai decidir depois a sua suspensão?

Que moral? Que transparência? Que isenção?

Qual o critério do presidente demissionário da MAG, para a escolha “a dedo” dos nomes desta CF? Perante os factos que temos vindo a constatar, começa a ser claro qual o critério e a sua finalidade.

Não sendo isenta, esta CF viola o critério essencial para a sua legalidade segundo os estatutos do Clube.

Não sendo isenta, esta CF faz parte de um golpe sujo, que retira qualquer credibilidade que possa ter almejado.

Não sendo isenta, não podem ser validadas quaisquer decisões por ela tomadas, como a suspensão de elementos do ex CD, impedindo-os com isso de ir a votos. Esta CF é inconstitucional.

Era este afinal, o seu principal propósito.

Já muito foi dito sobre a actuação desta CF que de imparcial não tem absolutamente… nada! Resta apenas esperar pelo garante da Democracia. Aquele que não pode falhar. Têm a palavra os tribunais.